Material escolar pode variar até 381% entre as lojas, diz Procon-SP | Agência Brasil

O preço de uma caixa de massa de modelagem de seis cores, de uma mesma marca, pode variar até 381,11% entre uma loja e outra na internet. Foi o que apontou uma pesquisa feita pela Fundação Procon de São Paulo sobre oito sites de compras no Brasil. Em uma dessas lojas analisadas pelo Procon, o produto custou R$ 2,70. Em outra, o mesmo produto foi vendido por R$ 12,99.imagem06-01-2022-20-01-39imagem06-01-2022-20-01-40

A pesquisa foi feita entre os dias 7 e 10 de dezembro do ano passado e analisou os preços dos itens como um sharpener, borracha, notebook, canetas esferográficas e hidrográficas, colas em bastão e líquido, lápis, estojo, lápis preto, lápis preto, lapiseira, lapiseira, texto da marca, massa de modelar, papel sulfite, refil para ligante, régua, tesoura escolar e tinta para pintura a dedo.

Para efeito de comparação, apenas produtos que foram vendidos em pelo menos três dos locais visitados. Os sites que foram analisados na pesquisa são Amazon, American, Gimba, Kalunga, Lepok, Bookstores Curitiba, Magazine Luiza e University Stationery.

Em comparação com os preços praticados entre os dias 17 e 19 de novembro de 2020, houve aumento médio de 15,96%, reportou Procon.

Dicas

Para economizar na compra do material escolar, a recomendação do Procon é para que o consumidor procure reutilizar materiais que tem em casa ou faça uma pesquisa de preços antes da compra. Além disso, o Procon recomenda que seja promovida uma troca de livros didática entre os alunos.

” A diferença de preço chega a ser escandalosa, o consumidor precisa pesquisar antes de fazer sua compra. Mais do que nunca ela precisa unir forças e quando os pais se unem, o poder de compra aumenta muito. Com isso é possível negociar valores melhores e todo mundo sai ganhando. Não aceite preços abusivos, procure outros estabelecimentos, faça compras online, mas pague não mais do que a média praticada pelo mercado. A pesquisa que realizamos serve justamente para ajudar o consumidor nesta missão de encontrar os produtos com os melhores preços, ” disse Fernando Capez, diretor do Procon-SP.

De acordo com o Procon, o consumidor também deve ficar atento: a lista de material escolar não pode incluir a compra de material de uso coletivo, como higienização ou limpeza, por exemplo.

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